sábado, 7 de março de 2009

Great Expectations...

Leio Dickens…
Não sei porquê, apeteceu-me voltar aos clássicos que li em tempos idos de adolescência tardia.
Porventura, numa vã tentativa de compreender os ciclos –os círculos- do pensamento dos homens, que vão e vêm, que são e foram diferentes e tão iguais.
Leio Dickens.
‘Grandes Expectativas’, traduzido mesmo à letra, mas que não tem o mesmo sabor da entoação original.
Expectativas, anseios, esperança…
Formas de estar e sentir -não diria diametralmente opostas ao que sinto no momento- mas certamente tão diferentes.

Há algo de mau, de fraco na natureza humana que por vezes se revela em mim…
Impaciência? Cansaço? Alguma intolerância? Uma ponta de egoísmo, talvez?
Há algo na vida, na própria forma de se viver que me cansa e aborrece.
A monotonia das situações, dos sentimentos, por exemplo… num eterno círculo, que se inicia e termina e se inventa e reinventa ou apenas se copia.


Às vezes, desejaria ser uma pessoa sublime! Mais perfeita!
E no dia-a-dia talvez o tente.
Ou finja que tento!
Falho frequentemente!
No entanto, as expectativas –essas!- são sempre grandes e fartas!

1 comentário:

  1. Que sintonia... Nem preciso dizer mais nada...

    Graça

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Autoria e Agradecimento

Todos os textos e imagens são de autoria de Ana Souto de Matos.

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São excepção as fotografias do Feto Real e do Cardo que foram cedidas pelo João Viola e 2 imagens captadas na Net sem identificação de autor.